Sem nota fiscal: carga avaliada em mais de R$ 120 mil é retida no interior

Em mais uma ação, os auditores fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz-AL), em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizaram, nessa terça-feira (10), uma operação para garantir a regularidade tributária em Delmiro Gouveia. A equipe reteve carga de milho a granel e madeira avaliada em R$121.148,00. Os produtos estavam sem documentação fiscal, comprovando o não recolhimento do pagamento do imposto devido. Após a regularização do débito, a carga foi liberada, resultando em R$28.348,88 aos cofres públicos, entre imposto e multa. O superintendente especial da Receita Estadual, Francisco Suruagy, enfatiza que o Fisco alagoano permanece em todas as suas frentes de ações e os postos fiscais em permanente luta pela justa e leal concorrência. “É injusto o bom contribuinte, que é a maioria dos contribuintes alagoanos, pagarem e terem prejuízo pela conduta de uma minoria sonegadora. Realizamos rondas constantes para combater a sonegação fiscal no estado. Postos fiscais, volantes, auditorias e malhas, todas as armas do Fisco em defesa do comerciante alagoano”, ressalta.

Sem nota fiscal: carga avaliada em mais de R$ 120 mil é retida no interior

Em mais uma ação, os auditores fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz-AL), em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizaram, nessa terça-feira (10), uma operação para garantir a regularidade tributária em Delmiro Gouveia. A equipe reteve carga de milho a granel e madeira avaliada em R$121.148,00.

Os produtos estavam sem documentação fiscal, comprovando o não recolhimento do pagamento do imposto devido. Após a regularização do débito, a carga foi liberada, resultando em R$28.348,88 aos cofres públicos, entre imposto e multa.

O superintendente especial da Receita Estadual, Francisco Suruagy, enfatiza que o Fisco alagoano permanece em todas as suas frentes de ações e os postos fiscais em permanente luta pela justa e leal concorrência.

“É injusto o bom contribuinte, que é a maioria dos contribuintes alagoanos, pagarem e terem prejuízo pela conduta de uma minoria sonegadora. Realizamos rondas constantes para combater a sonegação fiscal no estado. Postos fiscais, volantes, auditorias e malhas, todas as armas do Fisco em defesa do comerciante alagoano”, ressalta.