“Polônia não ficará contra a China para agradar os EUA”, diz governo polonês

Apesar de aliada dos EUA, a Polônia não irá boicotar Jogos Olímpicos de Pequim como quer o presidente Biden. Pelo contrário, o presidente polonês, Andrzej Duda, estará presente na abertura dos Jogos e pretende aproveitar a oportunidade para manter conversas bilaterais. “A Polônia é uma nação soberana e decide sua própria política em relação à […] O post “Polônia não ficará contra a China para agradar os EUA”, diz governo polonês apareceu primeiro em Hora do Povo.

“Polônia não ficará contra a China para agradar os EUA”, diz governo polonês

Apesar de aliada dos EUA, a Polônia não irá boicotar Jogos Olímpicos de Pequim como quer o presidente Biden. Pelo contrário, o presidente polonês, Andrzej Duda, estará presente na abertura dos Jogos e pretende aproveitar a oportunidade para manter conversas bilaterais.

“A Polônia é uma nação soberana e decide sua própria política em relação à China”, disse o conselheiro de relações exteriores do presidente Andrzej Duda, Jakub Kumoch, à agência de notícias Reuters. “A Polônia é aliada dos Estados Unidos, mas a Polônia também tem uma relação muito amigável com a China”, ressaltou Kumoch.

De acordo com a Reuters, as autoridades polonesas acreditam que “não é mais do interesse da Polônia continuar criticando a China simplesmente para agradar aos norte-americanos”, devido à piora nas relações entre EUA e Polônia desde que o presidente Joe Biden assumiu o cargo. A matéria não explicita em que piorou exatamente a relação na gestão de Biden.

Kumoch confirmou anteriormente à mídia polonesa que o presidente Duda vai se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping durante sua visita olímpica, enfatizando que as relações entre os dois líderes são muito boas. A cerimônia de abertura está marcada para 4 de fevereiro, e o presidente polonês estará presente, afirmou o conselheiro Jakub Kumoch.

No início de dezembro, os EUA anunciaram planos para boicotar parcialmente os jogos de Pequim sob alegações – não comprovadas – de supostas violações de direitos humanos. Enquanto os atletas americanos são livres para competir, a delegação oficial americana foi severamente limitada. A China, que nega as acusações, pediu aos EUA que não politizem o evento esportivo.

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