Polícia Civil conclui que delegado encontrado morto em lagoa se afogou após perder a consciência

Perícia não encontrou lesões externas. Delegado pulou de deck com altura de 2,3 m dentro da água, que tinha apenas 0,5 m de profundidade, e bateu a cabeça. Delegado Eduardo Vinícius Patrícia Belo/G1 A Polícia Civil conclui que a morte do delegado Eduardo Vinícius de Carvalho foi causada por afogamento. Ele foi encontrado sem vida na lagoa Tiririca, em Córrego Novo, em abril deste ano. Durante exames, a perícia não encontrou lesões externas. Os laudos apontam que a morte do delegado foi acidental e não houve suicídio, mas que a vítima agiu de forma imprudente, por entrar em um deck interditado e pular de uma altura de aproximadamente 2,3 metros sem ter noção da profundidade no local, que era de apenas cinquenta centímetros. Com o salto, o delegado bateu contra um banco de areia da lagoa, perdeu a consciência e se afogou. A polícia concluiu que a vítima poderia ter sido salva se houvesse um guarda-vidas presente no momento em que na água da lagoa e perdeu a consciência. Foi constatado que o responsável legal pelo clube não providenciou um guarda-vidas na lagoa no momento do fato, mesmo com a presença de pessoas no local. O responsável pelo clube foi indiciado pelo crime de homicídio culposo por omissão imprópria, levando em conta que tinha por obrigação legal proteger as pessoas que frequentavam a lagoa do seu clube de eventual afogamento, deixando um salva-vidas a postos no local. O g1 ainda não conseguiu fazer contato com os representantes do clube. VÍDEOS: veja tudo sobre o Leste e Nordeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

Polícia Civil conclui que delegado encontrado morto em lagoa se afogou após perder a consciência

Perícia não encontrou lesões externas. Delegado pulou de deck com altura de 2,3 m dentro da água, que tinha apenas 0,5 m de profundidade, e bateu a cabeça. Delegado Eduardo Vinícius Patrícia Belo/G1 A Polícia Civil conclui que a morte do delegado Eduardo Vinícius de Carvalho foi causada por afogamento. Ele foi encontrado sem vida na lagoa Tiririca, em Córrego Novo, em abril deste ano. Durante exames, a perícia não encontrou lesões externas. Os laudos apontam que a morte do delegado foi acidental e não houve suicídio, mas que a vítima agiu de forma imprudente, por entrar em um deck interditado e pular de uma altura de aproximadamente 2,3 metros sem ter noção da profundidade no local, que era de apenas cinquenta centímetros. Com o salto, o delegado bateu contra um banco de areia da lagoa, perdeu a consciência e se afogou. A polícia concluiu que a vítima poderia ter sido salva se houvesse um guarda-vidas presente no momento em que na água da lagoa e perdeu a consciência. Foi constatado que o responsável legal pelo clube não providenciou um guarda-vidas na lagoa no momento do fato, mesmo com a presença de pessoas no local. O responsável pelo clube foi indiciado pelo crime de homicídio culposo por omissão imprópria, levando em conta que tinha por obrigação legal proteger as pessoas que frequentavam a lagoa do seu clube de eventual afogamento, deixando um salva-vidas a postos no local. O g1 ainda não conseguiu fazer contato com os representantes do clube. VÍDEOS: veja tudo sobre o Leste e Nordeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.