Paralisação de rodoviários de duas empresas de ônibus em Macapá chega ao 6º dia seguido

Trabalhadores dizem que propostas apresentadas pelos empresários não beneficia as categorias. Ônibus da empresa Capital Morena, uma das empresas em greve e com frota reduzida Albenir Sousa/Rede Amazônica A paralisação das atividades de motoristas e cobradores de duas empresas de ônibus de Macapá segue pelo 6º dia, nesta segunda-feira (20). Com o início da semana, passageiros que aguardam pelo transporte estão lotando as paradas para chegarem aos destinos. Duas reuniões já foram realizadas entre trabalhadores e empresários, mas não houve acordo sobre discussão das demandas da classe e do reajuste tarifário. Uma nova reunião estava marcada para a sexta-feira (17), mas não ocorreu. Há uma nova previsão de acordo para hoje. O grupo paralisou as atividades na quarta-feira (15) e cobra o pagamento em dia dos salários, cumprimento do acordo coletivo feito entre trabalhadores e as empresas, depósitos do INSS e do FGTS dos funcionários. A greve é por tempo indeterminado. Manifestação cobra reajuste tarifário Albenir Sousa/Rede Amazônica VEJA TAMBÉM Falta de ônibus lota paradas em vários pontos de Macapá Paralisação é mantida por falta de acordo entre rodoviários e empresas Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap), os funcionários das duas empresas paralisaram em 70% as atividades e mantiveram 30% dos ônibus em circulação. O movimento afetou o corredor da BR-210, prejudicando cobertura em bairros como Macapaba e Brasil Novo que têm mais de 30 mil moradores atendidos. Parte da Zona Sul de Macapá também vem sofrendo com a greve dos rodoviários. Funcionários em greve de empresa de ônibus, em Macapá Albenir Sousa/Rede Amazônica Em nota divulgada na quarta-feira, as empresas Amazontur e Capital Morena informam que a paralisação de trabalhadores rodoviários "é injustificável". O atraso dos vencimentos é de 10 dias, segundo as empresas, e o reajuste salarial pleiteado pela categoria só pode ser concedido após a fixação de calendário tarifário, atribuição da Prefeitura de Macapá. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Paralisação de rodoviários de duas empresas de ônibus em Macapá chega ao 6º dia seguido

Trabalhadores dizem que propostas apresentadas pelos empresários não beneficia as categorias. Ônibus da empresa Capital Morena, uma das empresas em greve e com frota reduzida Albenir Sousa/Rede Amazônica A paralisação das atividades de motoristas e cobradores de duas empresas de ônibus de Macapá segue pelo 6º dia, nesta segunda-feira (20). Com o início da semana, passageiros que aguardam pelo transporte estão lotando as paradas para chegarem aos destinos. Duas reuniões já foram realizadas entre trabalhadores e empresários, mas não houve acordo sobre discussão das demandas da classe e do reajuste tarifário. Uma nova reunião estava marcada para a sexta-feira (17), mas não ocorreu. Há uma nova previsão de acordo para hoje. O grupo paralisou as atividades na quarta-feira (15) e cobra o pagamento em dia dos salários, cumprimento do acordo coletivo feito entre trabalhadores e as empresas, depósitos do INSS e do FGTS dos funcionários. A greve é por tempo indeterminado. Manifestação cobra reajuste tarifário Albenir Sousa/Rede Amazônica VEJA TAMBÉM Falta de ônibus lota paradas em vários pontos de Macapá Paralisação é mantida por falta de acordo entre rodoviários e empresas Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap), os funcionários das duas empresas paralisaram em 70% as atividades e mantiveram 30% dos ônibus em circulação. O movimento afetou o corredor da BR-210, prejudicando cobertura em bairros como Macapaba e Brasil Novo que têm mais de 30 mil moradores atendidos. Parte da Zona Sul de Macapá também vem sofrendo com a greve dos rodoviários. Funcionários em greve de empresa de ônibus, em Macapá Albenir Sousa/Rede Amazônica Em nota divulgada na quarta-feira, as empresas Amazontur e Capital Morena informam que a paralisação de trabalhadores rodoviários "é injustificável". O atraso dos vencimentos é de 10 dias, segundo as empresas, e o reajuste salarial pleiteado pela categoria só pode ser concedido após a fixação de calendário tarifário, atribuição da Prefeitura de Macapá. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá: