Ministério da Saúde admite que variante Ômicron predomina no Brasil

 198.jpeg Brasília (DF) - Com pouco mais de 40 dias circulando no Brasil, a variante Ômicron, da Covid-19, doença causada pelo coronavírus, já é a principal cepa infectante no país. A confirmação ocorreu nesta terça-feira (11). O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ao chegar à sede da pasta, em Brasília, foi categórico: “A variante Ômicron já é prevalente no Brasil.” A cepa foi identificada pela primeira vez no país em 30 de novembro de 2021. A variante tem se mostrado mais contagiosa que as demais já registradas pelas autoridades sanitárias. “Infelizmente, ela já é prevalente aqui no Brasil, nós estamos assistindo ao aumento de casos. E como em outros países que têm uma campanha forte como a nossa [de vacinação], a nossa expectativa é que não ocorra um impacto em hospitalização e óbitos”, frisou. A primeira morte causada pela variante Ômicron no Brasil foi confirmada em 6 de janeiro pela Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia (GO). O paciente, de 68 anos, era hipertenso e tinha doença pulmonar obstrutiva crônica. De acordo com a pasta, ele havia recebido três doses de vacina contra a Covid-19: duas no esquema primário e uma de reforço. Desde o início da pandemia, o Brasil já registrou 22,6 milhões de casos de Covid-19, sendo que 620 mil pessoas não resistiram às complicações da doença. UTIs Na segunda-feira (10), Queiroga afirmou que, em caso de aumento de internações por causa da variante Ômicron, o Brasil tem a capacidade de duplicar a quantidade de leitos de terapia intensiva (UTIs). Queiroga comentou brevemente o comportamento sanitário que a variante tem tido no Brasil. “A Ômicron é mais transmissível, mas não temos observado um aumento de óbitos”, pontuou. Por fim, o ministro disse estar confiante. “O cenário pandêmico é de incerteza, por causa da Ômicron, mas temos a esperança de não haver uma explosão de internações e de mortes”, concluiu.*Com informações do MetrópolesLeia mais:Governo do Amazonas retoma distribuição do Auxílio Estadual permanenteDeputado apela para que amazonenses se vacinem contra a Covid-19Gleisi Hoffmann diz que Lula não vai atender ao "mimimi do mercado"

Ministério da Saúde admite que variante Ômicron predomina no Brasil
 198.jpeg Brasília (DF) - Com pouco mais de 40 dias circulando no Brasil, a variante Ômicron, da Covid-19, doença causada pelo coronavírus, já é a principal cepa infectante no país. A confirmação ocorreu nesta terça-feira (11). O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ao chegar à sede da pasta, em Brasília, foi categórico: “A variante Ômicron já é prevalente no Brasil.” A cepa foi identificada pela primeira vez no país em 30 de novembro de 2021. A variante tem se mostrado mais contagiosa que as demais já registradas pelas autoridades sanitárias. “Infelizmente, ela já é prevalente aqui no Brasil, nós estamos assistindo ao aumento de casos. E como em outros países que têm uma campanha forte como a nossa [de vacinação], a nossa expectativa é que não ocorra um impacto em hospitalização e óbitos”, frisou. A primeira morte causada pela variante Ômicron no Brasil foi confirmada em 6 de janeiro pela Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia (GO). O paciente, de 68 anos, era hipertenso e tinha doença pulmonar obstrutiva crônica. De acordo com a pasta, ele havia recebido três doses de vacina contra a Covid-19: duas no esquema primário e uma de reforço. Desde o início da pandemia, o Brasil já registrou 22,6 milhões de casos de Covid-19, sendo que 620 mil pessoas não resistiram às complicações da doença. UTIs Na segunda-feira (10), Queiroga afirmou que, em caso de aumento de internações por causa da variante Ômicron, o Brasil tem a capacidade de duplicar a quantidade de leitos de terapia intensiva (UTIs). Queiroga comentou brevemente o comportamento sanitário que a variante tem tido no Brasil. “A Ômicron é mais transmissível, mas não temos observado um aumento de óbitos”, pontuou. Por fim, o ministro disse estar confiante. “O cenário pandêmico é de incerteza, por causa da Ômicron, mas temos a esperança de não haver uma explosão de internações e de mortes”, concluiu.*Com informações do MetrópolesLeia mais:Governo do Amazonas retoma distribuição do Auxílio Estadual permanenteDeputado apela para que amazonenses se vacinem contra a Covid-19Gleisi Hoffmann diz que Lula não vai atender ao "mimimi do mercado"