Médico alerta para aumento de queimaduras na época de São João; veja dicas

Na última semana, setor de queimados do Hospital Walfredo Gurgel já registrava 100% de ocupação de leitos. Fogueiras e fogos de artifício, tradicionais durante o São João, devem ser manuseados com cuidado para evitar acidentes. Foto: Krys Carneiro/G1 Fogos de artifício e fogueiras são elementos tradicionais dos festejos juninos, mas podem agravar as estatísticas de queimaduras durante o período de São João. O setor de queimados do Hospital Walfredo Gurgel (HWG), referência no estado para o tratamento de queimaduras, registrou na última semana a ocupação de 100% de seus leitos. O uso de fogueiras foi proibido no Rio Grande do Norte nos dois últimos anos devido à pandemia da covid-19. Para 2022, com o retorno da tradição, os cuidados voltam a ser reforçados. De acordo com o chefe do setor de queimados, Dr. Marco Almeida, uma série de medidas podem ser tomadas de forma preventiva para evitar acidentes com fogos e fogueiras durante o período. "Quando a gente fala sobre queimaduras, temos que falar em prevenção", afirma. No entanto, em caso da queimadura já ter ocorrido, o especialista recomenda fugir de mitos populares e dicas prontas da internet. "Não passa nada. Pasta de dente, clara de ovo, gelo... nada disso. O correto é lavar em água corrente em temperatura ambiente, cobrir com pano limpo e procurar uma Unidade de Pronto Atendimento". Após avaliação em UPAs, caso haja a necessidade, é feito o encaminhamento para o setor referência no Walfredo Gurgel. O especialista reforça, também, a necessidade do cuidado ser imediato após o acidente. "Nada de esperar para amanhã para ver no que vai dar. Uma queimadura grande é muito grave e as primeiras horas são fundamentais pra gente salvar essa vida", diz. Dicas de prevenção: Fazer fogueiras baixas (evita risco de desmoronamento); Fazer fogueiras longe de locais perigosos como linhas elétricas, árvores, casas; Apagar o braseiro ao fim das festividades; Durante as comemorações, isolar a área da cozinha para manter as crianças fora desse local. Vídeos mais assistidos do g1 RN

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Na última semana, setor de queimados do Hospital Walfredo Gurgel já registrava 100% de ocupação de leitos. Fogueiras e fogos de artifício, tradicionais durante o São João, devem ser manuseados com cuidado para evitar acidentes. Foto: Krys Carneiro/G1 Fogos de artifício e fogueiras são elementos tradicionais dos festejos juninos, mas podem agravar as estatísticas de queimaduras durante o período de São João. O setor de queimados do Hospital Walfredo Gurgel (HWG), referência no estado para o tratamento de queimaduras, registrou na última semana a ocupação de 100% de seus leitos. O uso de fogueiras foi proibido no Rio Grande do Norte nos dois últimos anos devido à pandemia da covid-19. Para 2022, com o retorno da tradição, os cuidados voltam a ser reforçados. De acordo com o chefe do setor de queimados, Dr. Marco Almeida, uma série de medidas podem ser tomadas de forma preventiva para evitar acidentes com fogos e fogueiras durante o período. "Quando a gente fala sobre queimaduras, temos que falar em prevenção", afirma. No entanto, em caso da queimadura já ter ocorrido, o especialista recomenda fugir de mitos populares e dicas prontas da internet. "Não passa nada. Pasta de dente, clara de ovo, gelo... nada disso. O correto é lavar em água corrente em temperatura ambiente, cobrir com pano limpo e procurar uma Unidade de Pronto Atendimento". Após avaliação em UPAs, caso haja a necessidade, é feito o encaminhamento para o setor referência no Walfredo Gurgel. O especialista reforça, também, a necessidade do cuidado ser imediato após o acidente. "Nada de esperar para amanhã para ver no que vai dar. Uma queimadura grande é muito grave e as primeiras horas são fundamentais pra gente salvar essa vida", diz. Dicas de prevenção: Fazer fogueiras baixas (evita risco de desmoronamento); Fazer fogueiras longe de locais perigosos como linhas elétricas, árvores, casas; Apagar o braseiro ao fim das festividades; Durante as comemorações, isolar a área da cozinha para manter as crianças fora desse local. Vídeos mais assistidos do g1 RN