Maílton, Paulinho Bóia e Matheus Peixoto chegam ao Brasil em meio a invasão na Ucrânia

Atletas defendem o Metalist Kharviv, mas estavam na Turquia quando a Rússia iniciou o conflito com a Ucrânia em 24 de fevereiro

Maílton, Paulinho Bóia e Matheus Peixoto chegam ao Brasil em meio a invasão na Ucrânia

- Pra mim foi muito difícil, porque no dia da invasão eu e o Matheus Peixoto retornaríamos para a Ucrânia e pegou a gente de surpresa, por mais que estávamos na Turquia, as famílias dos jogadores acabaram ficando nas cidades - afirmou Maílton sobre como a notícia chegou para o grupo de jogadores. - Na hora que começaram os bombardeios, os ucranianos avisaram nos quartos o que havia acontecido, pelo fato de que nós retornaríamos para a Ucrânia. A gente acabou ficando assustado, pois foi um livramento de Deus não termos voltado naquele dia - comenta Paulinho Bóia. A tensão na região não começou com a invasão russa e Matheus Peixoto falou que mesmo com tudo caminhando para o pior, as esperanças antes da entrada das tropas eram de que tudo podia ficar bem e que nada fosse ocorrer. - Nosso time tem bastante estrangeiro e todo dia acompanhava, comentando depois entre a gente, mas o pessoal do clube falava que estava tranquilo. O mundo todo ficava nessa de vai ter ou não vai ter, mas no fundo achava que não ia para frente, o pessoal do clube tentava sempre tranquilizar todos.

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