Frentista é assediada e revida: "Quero que mulheres se defendam"

Marian Fontoura foi abordada durante o horário de descanso; de acordo com ela, o homem responsável pelo assédio já tinha lhe procurado outras vezes

Frentista é assediada e revida: "Quero que mulheres se defendam"
A frentista diz que a intenção não era viralizar, e sim incentivar mulheres a se defenderem e formalizarem denúnciasReprodução

Ela conta que o homem frequenta diariamente o posto há quase três anos, período no qual ela trabalha no estabelecimento. Segunda Marian, ele compra alguns doces e distribui a algumas pessoas que trabalham ou estão no local, mas sempre oferecia a ela primeiro. Em outras ocasiões, ele já havia perguntado a outros funcionários do posto quando que a jovem folgaria.

O caso ocorreu no último domingo, mas ela só foi convencida a fazer a denúncia na terça-feira, após receber uma série de comentários nas publicações em que relatava o caso. Entre várias mensagens de apoio, ela conta que também recebeu comentários que condenavam a agressão por conta da suspeita de se tratar de alguém com problemas psiquiátricos.

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