Estudantes da rede municipal de SP voltam às aulas nesta segunda (7)

Mais de 1 milhão de estudantes retornam às aulas presenciais nesta segunda-feira (7) em SP Freepik A rede municipal de ensino da cidade de São Paulo retomou nesta segunda-feira (7) as aulas presenciais para mais de 1 milhão de estudantes. De acordo com a prefeitura, para garantir a segurança e prevenção contra a Covid-19, todos os protocolos sanitários serão mantidos dentro das escolas, como aferição de temperatura, uso de máscara e álcool em gel. Segundo a SME (Secretaria Municipal de Educação), foram investidos mais de R$ 30 milhões em mais de 142 milhões de máscaras descartáveis e álcool em gel para distribuição nas unidades escolares. Do total, mais de 1,6 milhão são do modelo PFF2, direcionadas aos servidores. Leia também Rio: 74% das escolas municipais vivenciaram tiroteio em 2019 Prevenção à covid-19 na volta às aulas depende da comunidade escolar BH contraria MP e mantém crianças de 5 a 11 anos sem aula até 13/02 A partir deste ano, estudantes da rede municipal também terão opção de aprender idiomas em um dos 34 polos do CELP (Centro de Estudos de Línguas Paulistano), que oferecem cursos de inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e japonês. Serão cerca de 8.600 vagas para os alunos matriculados a partir do 6º ano do ensino fundamental. Os cursos terão duração de três anos e meio e as aulas serão ministradas nas salas web da Rede UniCEU. As "Mães Guardiãs", que trabalham para monitorar as atividades relacionadas à manutenção da higiene e segurança sanitária no ambiente escolar, tiveram o contrato renovado por mais um ano: até dezembro de 2022. São 4.590 mulheres que atuam como orientadoras para o cumprimento dos protocolos necessários ao combate à Covid-19. Cada escola tem, em média, três mães guardiãs, que recebem uma bolsa auxílio de R$ 1.272,60, reajustada recentemente, com base no valor do salário mínimo. A carga horária é de seis horas por dia, totalizando 30 horas semanais. Todas as mães guardiãs participam de capacitação on-line para atuar na função. As atividades são desenvolvidas pela Escola Municipal de Educação Profissional e Saúde Pública Professor Makiguti, que aborda protocolos de saúde, questões éticas e emocionais do acolhimento de alunos na pandemia. Durante o período de permanência no programa, as participantes cumprem ainda 24 horas mensais de qualificação profissional no Portal do Cate (Centro de Atendimento ao Trabalhador). Veja também Portal Correio MEC anuncia portal de Acesso Único para cadastrar dados do Sisu, Prouni e Fies Educação Resultado do Exame Nacional de Residência é divulgado Educação Senac lança curso de Bacharelado em Gestão de Hospitalidade  

Estudantes da rede municipal de SP voltam às aulas nesta segunda (7)
Mais de 1 milhão de estudantes retornam às aulas presenciais nesta segunda-feira (7) em SP
Mais de 1 milhão de estudantes retornam às aulas presenciais nesta segunda-feira (7) em SP Freepik

A rede municipal de ensino da cidade de São Paulo retomou nesta segunda-feira (7) as aulas presenciais para mais de 1 milhão de estudantes. De acordo com a prefeitura, para garantir a segurança e prevenção contra a Covid-19, todos os protocolos sanitários serão mantidos dentro das escolas, como aferição de temperatura, uso de máscara e álcool em gel.

Segundo a SME (Secretaria Municipal de Educação), foram investidos mais de R$ 30 milhões em mais de 142 milhões de máscaras descartáveis e álcool em gel para distribuição nas unidades escolares. Do total, mais de 1,6 milhão são do modelo PFF2, direcionadas aos servidores.

A partir deste ano, estudantes da rede municipal também terão opção de aprender idiomas em um dos 34 polos do CELP (Centro de Estudos de Línguas Paulistano), que oferecem cursos de inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e japonês. Serão cerca de 8.600 vagas para os alunos matriculados a partir do 6º ano do ensino fundamental. Os cursos terão duração de três anos e meio e as aulas serão ministradas nas salas web da Rede UniCEU.

As "Mães Guardiãs", que trabalham para monitorar as atividades relacionadas à manutenção da higiene e segurança sanitária no ambiente escolar, tiveram o contrato renovado por mais um ano: até dezembro de 2022. São 4.590 mulheres que atuam como orientadoras para o cumprimento dos protocolos necessários ao combate à Covid-19.

Cada escola tem, em média, três mães guardiãs, que recebem uma bolsa auxílio de R$ 1.272,60, reajustada recentemente, com base no valor do salário mínimo. A carga horária é de seis horas por dia, totalizando 30 horas semanais. Todas as mães guardiãs participam de capacitação on-line para atuar na função.

As atividades são desenvolvidas pela Escola Municipal de Educação Profissional e Saúde Pública Professor Makiguti, que aborda protocolos de saúde, questões éticas e emocionais do acolhimento de alunos na pandemia. Durante o período de permanência no programa, as participantes cumprem ainda 24 horas mensais de qualificação profissional no Portal do Cate (Centro de Atendimento ao Trabalhador).