Equador: movimento indígena aceita dialogar, mas segue com protestos

Presidente Guilermo Lasso anunciou, no último domingo, uma pequena redução nos preços dos combustíveis

Equador: movimento indígena aceita dialogar, mas segue com protestos
Manifestações convocadas por sindicalistas e organizações indígenas ocorrem há semanas no EquadorReprodução

Participaram do encontro, com mediação da Igreja Católica, o líder da poderosa Confederação de Nacionalidades Indígenas (Conaie), Leonidas Iza; o ministro de Governo, Francisco Jiménez; a presidente da Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Diana Atamain; e o presidente da Assembleia, Virgilio Saquicela.

Força de Iza O encontro desta segunda serviu para mostrar a força de Iza, que se manteve firme em sua lista com dez reivindicações, apesar de reconhecer que o governo deu sinais de abertura. Na quinta-feira, cerca de 5 mil manifestantes foram autorizados a permanecer na Casa da Cultura Equatoriana (CCE), tradicionalmente um local de apoio a manifestantes e até então fortemente ocupada por policiais.

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