Energisa investe no reflorestamento de área indígena no Acre

A Energisa apoia o reflorestamento da Aldeia Nova Esperança, região habitada pelo povo Yawanawá, no Acre. A comunidade indígena está localizada no município de Tarauacá. Da cidade até a aldeia, é necessário enfrentar uma viagem de uma hora de estrada até o vilarejo de São Vicente e, depois, mais cerca de 8h de barco rabeta no […] O post Energisa investe no reflorestamento de área indígena no Acre apareceu primeiro em Jornal Opinião.

Energisa investe no reflorestamento de área indígena no Acre

A Energisa apoia o reflorestamento da Aldeia Nova Esperança, região habitada pelo povo Yawanawá, no Acre. A comunidade indígena está localizada no município de Tarauacá. Da cidade até a aldeia, é necessário enfrentar uma viagem de uma hora de estrada até o vilarejo de São Vicente e, depois, mais cerca de 8h de barco rabeta no Rio Gregório.

O projeto realizado pela Aliança Reflorestar e Instituto Rever, com patrocínio de R$ 750 mil da Energisa, promove a restauração da paisagem local por meio de plantios em sistemas agroflorestais, incluindo espécies frutíferas. Dessa forma, beneficia a biodiversidade da floresta e, também, contribui para a segurança alimentar e para o sustento da comunidade. 

 “A energia é essencial para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. A região possui um papel primordial na transição para a economia de baixo carbono e para uma matriz energética limpa. Vamos muito além da distribuição de energia elétrica contínua e de qualidade para o Acre. Estamos reforçando o nosso compromisso para preservar o bioma e manter a responsabilidade socioambiental nas comunidades onde atuamos”, afirma José Adriano Mendes Silva, diretor-presidente da Energisa Acre.

Na primeira etapa do projeto, realizada no início deste ano, já foram plantadas 1.640 árvores, além de ser construída uma sementeira e um viveiro com capacidade para 7 mil mudas. Parceiros do projeto, os líderes indígenas Benki Piyãko Ashaninka, do Centro Yorenka Tasorentsi, e Puwe Puyanawa (José Luiz Puwe Puyanawa), das aldeias Barão e Ipiranga do povo Puyanawa, ambos também do Acre, enviaram comitivas para trocas de experiências e para ajudar no plantio. 

“Desta forma, o projeto vem formando indígenas dos povos Yawanawá e Puyanawa para a prática de agrofloresta, com a habilidade de poderem compartilhar esses conhecimentos com outras comunidades da floresta, indígenas e não indígenas. Precisamos aprender a cuidar da Terra com aqueles que habitam a floresta e conhecem a sabedoria da natureza”, diz João Augusto Fortes, diretor da Aliança Reflorestar da Amazônia, que há 35 anos atua em projetos socioculturais e ambientais junto a comunidades da região. 

A segunda etapa da ação foi realizada em abril, com a continuação do plantio e a criação do banco de sementes. Serão plantadas no total 5 mil mudas de árvores frutíferas – como coco, ingá, graviola e limão, entre outras -, além de espécies pioneiras e de madeira de lei. A comunidade Yawanawá também receberá treinamento em arborismo para a coleta de sementes no alto das árvores.

“Com o apoio da Energisa conseguimos agilizar as ações e o projeto vem evoluindo em bases firmes. Precisamos desta união de forças para preservar a floresta e promover sua ocupação sustentável pelas comunidades parceiras locais”, diz Márcio Calvão, presidente do Instituto Rever, que integra o consórcio da Aliança Reflorestar. (Assessoria)

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