Covid-19: Itaúna tem três casos de Ômicron, diz Prefeitura

Executivo informou que as pacientes confirmadas são do sexo feminino e nenhuma delas precisou ser hospitalizada. O g1 procurou a Secretaria Estadual de Saúde. Imagem destaca variante ômicron do coronavírus feita com um microscópio Cortesia Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong A Prefeitura de Itaúna divulgou nesta terça-feira (28) três casos da variante ômicron na cidade. Segundo a Administração Municipal, a confirmação ocorreu por meio da Superintendência Regional de Saúde (SRS). Tratam-se de três pacientes do sexo feminino com idades de 27, 35 e 42 anos respectivamente. Em todos os casos as mulheres passam bem, sem necessidade de internação hospitalar. Não foram repassados outros detalhes dos casos. O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a pasta confirmou a notificação dos três casos. Disse ainda que, além destes três em Itaúna existem outras 130 confirmações em todo estado, sendo eles: Belo Horizonte (85), Extrema (19), Betim e Lagoa Santa (4 cada), Lavras (3), Contagem, Passa Quatro, Três Pontas e Varginha (2 cada), Campos Gerais, Passos, Sete Lagoas e Maria da Fé (1 cada). Entre os casos positivos do estado, há registros de pacientes sem histórico de viagem internacional ou contato com caso confirmado da nova variante ou algum viajante que tenha chegado do exterior. Diante das investigações realizadas, número de confirmações e distribuição dos casos pelo território, já é possível afirmar que existe transmissão comunitária da variante Ômicron no estado. Leia mais: Ômicron: as boas e más notícias da nova variante da Covid e o que tudo isso significa Ômicron: quais são os sintomas da nova variante comparados aos das anteriores Primeira imagem da variante ômicron revela mais que o dobro de mutações que a delta Ômicron: entenda por que epistasia é chave para entender gravidade de variante Pfizer e BioNTech afirmam que três doses da vacina neutralizam ômicron Ômicron Estudos em todo o mundo estão pintando um quadro consistente de que a ômicron é menos agressiva do que a variante delta, com uma chance até 70% menor de pessoas infectadas acabarem no hospital. A ômicron pode causar sintomas de resfriado, como dor de garganta, coriza e dor de cabeça, mas isso não significa que causará uma Covid leve em todos – alguns ainda ficarão gravemente doentes. As alterações no vírus parecem tê-lo tornado menos perigoso, mas a maior parte da gravidade reduzida se deve à imunidade como resultado da vacinação e episódios anteriores de Covid. VÍDEOS: Veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

Covid-19: Itaúna tem três casos de Ômicron, diz Prefeitura

Executivo informou que as pacientes confirmadas são do sexo feminino e nenhuma delas precisou ser hospitalizada. O g1 procurou a Secretaria Estadual de Saúde. Imagem destaca variante ômicron do coronavírus feita com um microscópio Cortesia Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong A Prefeitura de Itaúna divulgou nesta terça-feira (28) três casos da variante ômicron na cidade. Segundo a Administração Municipal, a confirmação ocorreu por meio da Superintendência Regional de Saúde (SRS). Tratam-se de três pacientes do sexo feminino com idades de 27, 35 e 42 anos respectivamente. Em todos os casos as mulheres passam bem, sem necessidade de internação hospitalar. Não foram repassados outros detalhes dos casos. O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a pasta confirmou a notificação dos três casos. Disse ainda que, além destes três em Itaúna existem outras 130 confirmações em todo estado, sendo eles: Belo Horizonte (85), Extrema (19), Betim e Lagoa Santa (4 cada), Lavras (3), Contagem, Passa Quatro, Três Pontas e Varginha (2 cada), Campos Gerais, Passos, Sete Lagoas e Maria da Fé (1 cada). Entre os casos positivos do estado, há registros de pacientes sem histórico de viagem internacional ou contato com caso confirmado da nova variante ou algum viajante que tenha chegado do exterior. Diante das investigações realizadas, número de confirmações e distribuição dos casos pelo território, já é possível afirmar que existe transmissão comunitária da variante Ômicron no estado. Leia mais: Ômicron: as boas e más notícias da nova variante da Covid e o que tudo isso significa Ômicron: quais são os sintomas da nova variante comparados aos das anteriores Primeira imagem da variante ômicron revela mais que o dobro de mutações que a delta Ômicron: entenda por que epistasia é chave para entender gravidade de variante Pfizer e BioNTech afirmam que três doses da vacina neutralizam ômicron Ômicron Estudos em todo o mundo estão pintando um quadro consistente de que a ômicron é menos agressiva do que a variante delta, com uma chance até 70% menor de pessoas infectadas acabarem no hospital. A ômicron pode causar sintomas de resfriado, como dor de garganta, coriza e dor de cabeça, mas isso não significa que causará uma Covid leve em todos – alguns ainda ficarão gravemente doentes. As alterações no vírus parecem tê-lo tornado menos perigoso, mas a maior parte da gravidade reduzida se deve à imunidade como resultado da vacinação e episódios anteriores de Covid. VÍDEOS: Veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas