Com reflexões sobre amor, morte e trabalho, 'O Profeta' ganha espetáculo em Fortaleza

Você certamente conhece a história de "O Profeta". Clássico absoluto do prosador, poeta e ensaísta libanês Kahlil Gibran (1883-1931), o livro até hoje arrebata multidões ao promover reflexões sobre amor, trabalho e prazer por meio da trajetória do profeta Al Mustafá. Fortaleza recebe, neste fim de semana, a estreia nacional da obra adaptada para os palcos. As apresentações acontecem no Theatro José de Alencar, nos dias 4 e 5. A peça encerra as comemorações da Semana da Arte 2022, promovida pela Nova Acrópole em todo o Brasil. Neste ano, o tema central é "O Amor, a alma da Arte". Além da montagem, a programação em Fortaleza contará com breve relato sobre a vida e a obra de Khalil Gibran. Quem estará à frente do momento é a professora e filósofa Lúcia Helena Galvão, abrindo o espetáculo nos dois dias. [render name="O Profeta 2" contentId="7.4646122"] Lúcia também assina o texto do trabalho, com interpretação de Sami Bordokan e encenação de Luiz Antônio Rocha. A proposta é que em doze ensaios poéticos, baseados na obra de Gibran, a peça descortine a beleza das ideias sobre o que ocorre entre nascimento e morte. Liberdade, tempo, morte, dor, alegria, entre outros assuntos, ganham nova textura, encantando com a sabedoria que vem do Oriente.  Publicado originalmente em 1923, "O Profeta" é um dos livros mais lidos do mundo. Traduzida para mais de 100 idiomas, a obra se tornou um marco, nunca ficando fora de catálogo. Encantamento  No palco, grande variedade de sons e ritmos. Instrumentos musicais ancestrais, feito alaúde, flauta nay, rabab e derbak, criam atmosfera única. Todos são tocados pelo músico William Bordokan – além do místico canto oriental entonado pelo próprio ator em cena. [render name="O Profeta 3" contentId="7.4646123"] No papel-título, por sua vez, está o músico e cantor libanês Sami Bordokan. É ele quem vai nos contar a história por meio das cordas do alaúde. Sami é pesquisador de música árabe clássica e folclórica e faz releituras de temas tradicionais, num resgate de peças ancestrais. Ingredientes suficientes para tornar as duas noites de espetáculo inesquecíveis. Afinal, como está escrito na obra, "o óbvio é aquilo que nunca é visto até que alguém o manifeste com simplicidade". Serviço “O Profeta”, com Lúcia Helena Galvão Dias 4 e 5 de junho, às 19h e 18h, respectivamente, no Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525, Centro). Ingressos à venda na Nova Acrópole Fortaleza (R. Vicente Leite, 2451, Dionísio Torres), das 19h às 22h; também no site da Bilheteria Virtual. Plateia: R$100 (inteira)/R$50 (meia) + 1 kg de alimento (meia solidária). Frisas ou Balcão: R$80 (inteira)/R$40 + 1 kg de alimento (meia solidária). Contato: (85) 3257-2777 ou pelo site da Nova Acrópole>

Com reflexões sobre amor, morte e trabalho, 'O Profeta' ganha espetáculo em Fortaleza
Você certamente conhece a história de "O Profeta". Clássico absoluto do prosador, poeta e ensaísta libanês Kahlil Gibran (1883-1931), o livro até hoje arrebata multidões ao promover reflexões sobre amor, trabalho e prazer por meio da trajetória do profeta Al Mustafá. Fortaleza recebe, neste fim de semana, a estreia nacional da obra adaptada para os palcos. As apresentações acontecem no Theatro José de Alencar, nos dias 4 e 5. A peça encerra as comemorações da Semana da Arte 2022, promovida pela Nova Acrópole em todo o Brasil. Neste ano, o tema central é "O Amor, a alma da Arte". Além da montagem, a programação em Fortaleza contará com breve relato sobre a vida e a obra de Khalil Gibran. Quem estará à frente do momento é a professora e filósofa Lúcia Helena Galvão, abrindo o espetáculo nos dois dias. [render name="O Profeta 2" contentId="7.4646122"] Lúcia também assina o texto do trabalho, com interpretação de Sami Bordokan e encenação de Luiz Antônio Rocha. A proposta é que em doze ensaios poéticos, baseados na obra de Gibran, a peça descortine a beleza das ideias sobre o que ocorre entre nascimento e morte. Liberdade, tempo, morte, dor, alegria, entre outros assuntos, ganham nova textura, encantando com a sabedoria que vem do Oriente.  Publicado originalmente em 1923, "O Profeta" é um dos livros mais lidos do mundo. Traduzida para mais de 100 idiomas, a obra se tornou um marco, nunca ficando fora de catálogo. Encantamento  No palco, grande variedade de sons e ritmos. Instrumentos musicais ancestrais, feito alaúde, flauta nay, rabab e derbak, criam atmosfera única. Todos são tocados pelo músico William Bordokan – além do místico canto oriental entonado pelo próprio ator em cena. [render name="O Profeta 3" contentId="7.4646123"] No papel-título, por sua vez, está o músico e cantor libanês Sami Bordokan. É ele quem vai nos contar a história por meio das cordas do alaúde. Sami é pesquisador de música árabe clássica e folclórica e faz releituras de temas tradicionais, num resgate de peças ancestrais. Ingredientes suficientes para tornar as duas noites de espetáculo inesquecíveis. Afinal, como está escrito na obra, "o óbvio é aquilo que nunca é visto até que alguém o manifeste com simplicidade". Serviço “O Profeta”, com Lúcia Helena Galvão Dias 4 e 5 de junho, às 19h e 18h, respectivamente, no Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525, Centro). Ingressos à venda na Nova Acrópole Fortaleza (R. Vicente Leite, 2451, Dionísio Torres), das 19h às 22h; também no site da Bilheteria Virtual. Plateia: R$100 (inteira)/R$50 (meia) + 1 kg de alimento (meia solidária). Frisas ou Balcão: R$80 (inteira)/R$40 + 1 kg de alimento (meia solidária). Contato: (85) 3257-2777 ou pelo site da Nova Acrópole>