Com bolo e parabéns, jovem que venceu o câncer comemora um ano de transplante de medula óssea em MG

A celebração foi no Hemocentro de Poços de Caldas (MG). José Augusto foi diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda em abril de 2020. Jovem comemora 1 ano de transplante de medula em Poços de Caldas O aniversário de José Augusto de Oliveira é dia 11 de janeiro, mas nesta quarta-feira (1º) ele comemora uma data muito importante na vida dele: o dia de seu renascimento! Foi no dia 31 de maio de 2021 que o jovem de Poços de Caldas (MG) recebeu a notícia da “pega” da medula óssea após um transplante. Zé, como é chamado, lutava contra um câncer. A festa aconteceu nesta quarta-feira (1º) com tudo o que um aniversário tem direito. José Augusto decidiu comemorar a data como se fosse seu primeiro ano de vida, com bolo e parabéns. A celebração foi no Hemocentro de Poços de Caldas, como forma de agradecer e relembrar os momentos vividos por ele durante o tratamento. Diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda em abril de 2020, José Augusto conseguiu um doador de medula compatível através do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea. O encontrou possibilitou o transplante tão esperado por ele e a família, realizado em maio de 2021, em São José do Rio Preto (SP). Jovem celebra cura do câncer após transplante de medula óssea feito em 2021: 'É o ano do meu renascimento' Arquivo pessoal O processo do transplante de medula dura entre 25 a 30 dias. Mesmo depois da infusão da medula, o corpo só reconhece a medula depois de 15 a 20 dias. No caso do Zé, a “medula pegou” depois de 17 dias da infusão, no dia 31 de maio. A notícia da ‘pega’ da medula chegou com bolo, balões e o canto de parabéns para comemorar o início desta nova vida. Jovem de Poços de Caldas recebe notícia da "pega da medula" após transplante De doador para receptor José era doador de sangue há quase 10 anos. Ele começou quando serviu ao Exército. Com a descoberta da doença, ele viu os papéis se inverterem. Era ele quem precisava de doações. Mas, além de enfrentar a doença, ele precisou conviver com a queda no número de doadores. Isso porque o jovem descobriu o câncer no início da pandemia de Covid-19. “No auge da pandemia, no começo, todo mundo não sabia o que iria acontecer. Então todo mundo ficou receoso, ninguém estava saindo de casa. Ninguém ia doar sangue e eu estava internado no hospital fazendo tratamento oncológico, precisando de sangue”, relembrou José Augusto. Familiares e amigos fizeram carreata no dia do retorno de José Augusto para Poços de Caldas, MG Arquivo pessoal Diante disto, amigos e familiares mobilizaram uma campanha na cidade. A ação trouxe resultados positivos, mais de 800 pessoas doaram sangue neste período. “Foi uma força-tarefa. Eu só pedi para os meus amigos fazerem uma campanha entre eles e os familiares para doarem sangue pra mim. Mas foi uma campanha muito bonita, muito grande que eles fizeram e, graças a Deus, a gente conseguiu repor o estoque e ajudar outras pessoas que estavam necessitadas". Atualmente, Zé leva uma vida praticamente normal, mas por causa do transplante, não pode mais doar sangue. Agora ele usa a própria história como incentivo e inspiração, para que cada vez mais pessoas se tornem doadoras. "Um dia ele necessitou desse sangue a agora, como ele não pode mais doar, ele chama as pessoas para fazer esse ato de amor à vida", afirmou a mãe do jovem, Beloni Rosa de Oliveira. "É um clichê muito grande falar ‘doe sangue, doe vida’, mas de fato isso é verdade. Pra quem está doando é só durante alguns minutos, mas para quem está recebendo faz uma grande diferença. Salva realmente uma vida, permite que a pessoa continue o tratamento dela sem grandes complicações. Eu sou a prova viva disso”, finalizou. VÍDEOS: Veja tudo sobre o Sul de Minas Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Com bolo e parabéns, jovem que venceu o câncer comemora um ano de transplante de medula óssea em MG

A celebração foi no Hemocentro de Poços de Caldas (MG). José Augusto foi diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda em abril de 2020. Jovem comemora 1 ano de transplante de medula em Poços de Caldas O aniversário de José Augusto de Oliveira é dia 11 de janeiro, mas nesta quarta-feira (1º) ele comemora uma data muito importante na vida dele: o dia de seu renascimento! Foi no dia 31 de maio de 2021 que o jovem de Poços de Caldas (MG) recebeu a notícia da “pega” da medula óssea após um transplante. Zé, como é chamado, lutava contra um câncer. A festa aconteceu nesta quarta-feira (1º) com tudo o que um aniversário tem direito. José Augusto decidiu comemorar a data como se fosse seu primeiro ano de vida, com bolo e parabéns. A celebração foi no Hemocentro de Poços de Caldas, como forma de agradecer e relembrar os momentos vividos por ele durante o tratamento. Diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda em abril de 2020, José Augusto conseguiu um doador de medula compatível através do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea. O encontrou possibilitou o transplante tão esperado por ele e a família, realizado em maio de 2021, em São José do Rio Preto (SP). Jovem celebra cura do câncer após transplante de medula óssea feito em 2021: 'É o ano do meu renascimento' Arquivo pessoal O processo do transplante de medula dura entre 25 a 30 dias. Mesmo depois da infusão da medula, o corpo só reconhece a medula depois de 15 a 20 dias. No caso do Zé, a “medula pegou” depois de 17 dias da infusão, no dia 31 de maio. A notícia da ‘pega’ da medula chegou com bolo, balões e o canto de parabéns para comemorar o início desta nova vida. Jovem de Poços de Caldas recebe notícia da "pega da medula" após transplante De doador para receptor José era doador de sangue há quase 10 anos. Ele começou quando serviu ao Exército. Com a descoberta da doença, ele viu os papéis se inverterem. Era ele quem precisava de doações. Mas, além de enfrentar a doença, ele precisou conviver com a queda no número de doadores. Isso porque o jovem descobriu o câncer no início da pandemia de Covid-19. “No auge da pandemia, no começo, todo mundo não sabia o que iria acontecer. Então todo mundo ficou receoso, ninguém estava saindo de casa. Ninguém ia doar sangue e eu estava internado no hospital fazendo tratamento oncológico, precisando de sangue”, relembrou José Augusto. Familiares e amigos fizeram carreata no dia do retorno de José Augusto para Poços de Caldas, MG Arquivo pessoal Diante disto, amigos e familiares mobilizaram uma campanha na cidade. A ação trouxe resultados positivos, mais de 800 pessoas doaram sangue neste período. “Foi uma força-tarefa. Eu só pedi para os meus amigos fazerem uma campanha entre eles e os familiares para doarem sangue pra mim. Mas foi uma campanha muito bonita, muito grande que eles fizeram e, graças a Deus, a gente conseguiu repor o estoque e ajudar outras pessoas que estavam necessitadas". Atualmente, Zé leva uma vida praticamente normal, mas por causa do transplante, não pode mais doar sangue. Agora ele usa a própria história como incentivo e inspiração, para que cada vez mais pessoas se tornem doadoras. "Um dia ele necessitou desse sangue a agora, como ele não pode mais doar, ele chama as pessoas para fazer esse ato de amor à vida", afirmou a mãe do jovem, Beloni Rosa de Oliveira. "É um clichê muito grande falar ‘doe sangue, doe vida’, mas de fato isso é verdade. Pra quem está doando é só durante alguns minutos, mas para quem está recebendo faz uma grande diferença. Salva realmente uma vida, permite que a pessoa continue o tratamento dela sem grandes complicações. Eu sou a prova viva disso”, finalizou. VÍDEOS: Veja tudo sobre o Sul de Minas Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas